Transformar trajetória em narrativa pública
Dar forma ao percurso pessoal e institucional em uma história que comunica valores e direção.
Estratégia editorial, roteirização de vídeos, gestão narrativa e presença digital para transformar trajetórias públicas em autoridade, confiança e reconhecimento político.
Uma proposta pensada para organizar a comunicação digital de dois pré-candidatos com trajetórias ligadas à segurança pública, fortalecendo suas narrativas individuais e contribuindo para uma frente temática consistente dentro do Progressistas no Rio de Janeiro.
Dois delegados. Duas trajetórias. Uma pauta estruturante para o partido.
O principal desafio não é apenas produzir posts ou manter redes sociais ativas. O desafio é transformar trajetórias policiais em presença pública, narrativa política e construção de confiança.
Pré-candidatos com experiência direta em segurança pública precisam comunicar autoridade sem cair em discurso genérico, reativo ou excessivamente dependente de acontecimentos pontuais. A comunicação precisa ser consistente, responsável, humana, estratégica e conectada ao debate público do Rio de Janeiro.
Trajetória vira narrativa. Narrativa vira confiança. Confiança vira voto.
Dar forma ao percurso pessoal e institucional em uma história que comunica valores e direção.
Posicionar firmeza com responsabilidade, gerando lembrança e credibilidade públicas.
Frequência, formato e tom alinhados, sem ruído entre canais e mensagens.
Dois delegados, duas trajetórias, uma pauta estruturante para o partido.
A proposta parte da construção de duas marcas políticas complementares. Bernardo Leal e Felipe Curi não devem ser comunicados como personagens iguais, mas como lideranças com experiências, símbolos e forças narrativas próprias. Ao mesmo tempo, suas trajetórias podem fortalecer uma frente temática de segurança pública dentro do Progressistas RJ.
Coragem, superação e linha de frente.
Gestão, comando e inteligência operacional.
Construção de uma frente de segurança pública com densidade, responsabilidade e presença digital.
A atuação proposta tem como objetivo construir capital político digital antes, durante e depois da consolidação das pré-candidaturas, organizando narrativas, conteúdos, formatos e rotinas de publicação com clareza estratégica.
Ampliar a lembrança pública dos nomes e de suas trajetórias.
Posicionar os pré-candidatos como vozes qualificadas no debate sobre segurança pública.
Definir mensagens centrais, diferenciais e temas prioritários.
Manter presença recorrente, organizada e coerente nas redes.
Planejar pautas, roteiros, publicações e formatos com antecedência.
Conectar trajetórias individuais a uma agenda mais ampla do Progressistas.
Cada pré-candidato precisa ter uma narrativa própria, com tom, repertório, temas e formatos adequados à sua história. A comunicação deve evitar sobreposição entre os dois nomes e explorar a complementaridade entre suas trajetórias.
Coragem, superação e linha de frente.
A comunicação de Bernardo Leal deve partir de uma narrativa de coragem, serviço público, resiliência e compromisso com quem vive a segurança pública na prática. O foco deve ser transformar uma trajetória marcada pela linha de frente em uma presença digital humana, firme e reconhecível.
Gestão, comando e inteligência operacional.
A comunicação de Felipe Curi deve explorar sua experiência de gestão, comando e formulação institucional na segurança pública. O foco deve ser posicioná-lo como uma voz técnica, estratégica e preparada para discutir segurança com profundidade, planejamento e senso de Estado.
Além das trajetórias individuais, a comunicação deve ajudar a estruturar uma agenda compartilhada de segurança pública dentro do Progressistas RJ. A proposta é transformar os dois pré-candidatos em ativos digitais relevantes para o partido, fortalecendo uma frente temática com coerência, densidade e responsabilidade.
Uma frente de segurança pública para o Progressistas RJ
Dois nomes com autoridade real no tema
Uma pauta central para o eleitor fluminense
Um partido com capacidade de organizar essa agenda
A comunicação deve permitir que conteúdos individuais também contribuam para a percepção pública do partido como uma legenda capaz de debater segurança pública, ordem, gestão, território, investigação e proteção do cidadão com seriedade.
A estratégia digital será construída a partir de formatos recorrentes, adaptados à linguagem de cada plataforma e ao comportamento de consumo do público.
Conteúdos curtos, com ganchos fortes, linguagem direta e potencial de alcance.
Conteúdos de 1 a 3 minutos para aprofundar temas, explicar posições e construir autoridade.
Bastidores, agenda, presença diária, enquetes, interações e humanização.
Conteúdos explicativos, educativos e salváveis sobre segurança pública, política e trajetória.
Peças conectadas ao Progressistas, eventos, agendas e posicionamentos conjuntos.
Comentários sobre temas relevantes, notícias, tendências e debates públicos, sempre com responsabilidade.
A entrega não se limita à produção de conteúdo. O trabalho proposto envolve estratégia, planejamento, roteiro, direção narrativa, acompanhamento editorial e organização da presença digital.
Definição de posicionamento, narrativa central, pilares editoriais e tom de voz.
Construção de calendário editorial, organização de pautas e distribuição de formatos.
Roteiros para vídeos curtos, médios, conteúdos institucionais e respostas a temas quentes.
Orientação narrativa das edições, ganchos, cortes, legendas, ritmo e padronização.
Organização e postagem dos conteúdos aprovados nos canais definidos.
Leitura de desempenho, ajustes de pauta e identificação de oportunidades editoriais.
A operação precisa ser simples, funcional e sustentável, com fluxo claro de pauta, produção, aprovação e publicação.
Definição das prioridades da semana ou quinzena, temas sensíveis, agendas e oportunidades.
Organização dos conteúdos por candidato, formato, objetivo e canal.
Criação dos roteiros com base na estratégia narrativa de cada pré-candidato.
Orientação para captação dos vídeos, com sugestões de abordagem, tom e estrutura.
Acompanhamento das edições para garantir ritmo, clareza, impacto e coerência.
Envio dos conteúdos para validação dos envolvidos antes da publicação.
Postagem dos materiais aprovados e leitura dos primeiros sinais de desempenho.
A rotina pode ser ajustada de acordo com a agenda dos pré-candidatos, do partido e dos acontecimentos políticos relevantes.
A comunicação em segurança pública exige firmeza, mas também responsabilidade. Por isso, a atuação editorial deve ter critérios claros para reduzir riscos jurídicos, reputacionais e institucionais.
Linguagem firme, responsável e estrategicamente calibrada.
A força da mensagem nasce da disciplina editorial — não do volume nem da reatividade.
A atuação será realizada em modelo on retainer, com pagamento mensal, permitindo acompanhamento contínuo, organização editorial recorrente e ajustes estratégicos ao longo do projeto.
Valor inicial para validação da dinâmica de trabalho, construção da linha editorial, primeiros roteiros, organização dos formatos e início da rotina de publicação.
Valor mensal para continuidade da atuação estratégica, com amadurecimento da linha editorial, ampliação da produção, ajustes por desempenho e fortalecimento da presença digital dos pré-candidatos e da frente temática do partido.
Modelo pensado para testar, validar, ajustar e escalar a comunicação com responsabilidade.
A partir da aprovação da proposta, o primeiro movimento será realizar uma imersão com os pré-candidatos e representantes do partido para consolidar posicionamento, prioridades, temas sensíveis e rotina de produção.